Mariana Tasca e Valéria Portella Ana vaivém il. Maria Tomaselli Projeto, 2006 Muitas vezes, o nome da gente traz um enigma, um significado que quase ninguém sabe, ou lembra. Por isso, somos capazes de nos encantar por nosso próprio nome. E assim é Ana que se encanta com a magia do nome Ana, que até parece ter sido escrito num espelho: de um lado para o outro, nada se altera: chega-se ao fim do A e pode-se voltar para A outra extremidade... Mesclando narrativa e ensinamento lingüístico, entramos na história num sábado de manhã. Ana acorda pensando que "não era nada legal o dia do seu aniversário demorar tanto para chegar", mas acaba se distraindo com a descoberta de que pode escrever seu nome de frente pra trás, de trás pra frente, de cima para baixo e vice-versa. Corre para contar aos gêmeos da vizinha que possui um nome mágico. O avô dos meninos, então, revela aos três o segredo dos palíndromos, desenhando letras num banco de areia...
E das palavras vão às frases, até que chega a hora do almoço e aí: surpresa: que festa é aquela na casa de Ana? |
| ||||
|