Tatiana Belinky Dez sacizinhos il. Roberto Weigand Paulinas, 1997 Eram, então, dez sacizinhos de barrete vermelho, pitando cachimbo. É assim que toda gente conhece os danados dez, um punhado pulando em uma perna só e que deram para pular agora no tangolomango. Tatiana Belinky reinventa a brincadeira tradicional, uma lengalenga de contar para trás... até restar nenhum! Mas seria este mesmo o fim dos pestes? Creio não: a qualquer hora, pode-se recomeçar o mimo: aqui tem poesia para os pequenos. Eram dez sacinhos que, na ilustração de Roberto Weingrand, saem da mata e espalham-se pela praça, passam debaixo do arco-íris e andam de fusca! Dez sacizinhos bem urbanos, aliás. Mas, em qualquer paisagem, esconde-se a malvada que dá sumiço nos dez pestinhas. Adivinha quem? O final do livro é uma alegria de palmas e... pés, é claro! |
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