Maurício Negro Quem não gosta de fruta é xarope il. do autor Global, 2006 Trata-se de um poema recitado e ilustrado com pirogravuras colorizadas com tinta acrílica e anilina diluída em álcool e extrato de banana. A vida realmente não viveu, se as maravilhas do mundo tropical você não conheceu. Já afirmou certo estrangeiro. Estranho é quando algum brasileiro chama de exóticas as frutas do seu pomar. Muitas delas estão aqui reunidas, da mais próxima à mais distante, com graça e malícia recitadas, na poética típica de um feirante. Marcando o ritmo da feira-livre, da roda da bicicleta, da roda-vida. É para ler, é para ver, é para provar, freguesia!
Daniel Munduruku Parece que foi ontem il. Maurício Negro Global, 2006 Neste novo livro, o autor revolve a sua memória afetiva, faz um delicado resgate da vivência na tribo, resgatando o encantamento provocado pelas histórias contadas ao redor da fogueira, sob o céu estrelado, junto aos seus. Traz uma nostalgia de unicidade, enquanto inspira a inevitável reflexão de que somos todos os fios de uma mesma teia. As ilustrações – realizadas também com a técnica da pirogravura – foram colorizadas com anilina, pigmentos naturais (como café e urucum) e sombreadas com fogo. |
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