Quem não gosta de fruta é xarope 
 Maurício Negro




Maurício Negro
Quem não gosta
de fruta é xarope


il. do autor
Global, 2006

Trata-se de um poema
recitado e ilustrado com pirogravuras colorizadas com tinta acrílica e
anilina diluída em álcool e extrato de banana.

A vida realmente não viveu, se as maravilhas do mundo tropical você não conheceu. Já afirmou certo estrangeiro. Estranho é quando algum brasileiro chama de exóticas as frutas do seu pomar. Muitas delas estão aqui reunidas, da mais próxima à mais distante, com graça e malícia recitadas, na poética típica de um feirante. Marcando o ritmo da feira-livre, da roda da bicicleta, da roda-vida.

É para ler, é para ver,
é para provar, freguesia!

 Parece que foi ontem 
 Daniel Munduruku



Daniel Munduruku
Parece que foi ontem

il. Maurício Negro
Global, 2006

Neste novo livro,
o autor revolve a sua memória afetiva, faz um delicado resgate da vivência na tribo, resgatando o encantamento provocado pelas histórias contadas ao redor da fogueira, sob o céu estrelado, junto aos seus. Traz uma nostalgia de unicidade, enquanto inspira a inevitável reflexão de que somos todos os fios de uma mesma teia.

As ilustrações – realizadas também com a técnica da pirogravura – foram colorizadas com anilina, pigmentos naturais (como café e urucum) e sombreadas com fogo.

Duplo lançamento
dia 19 de agosto - sábado,
a partir das 11h00,
na Livraria da Vila
Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena,
em São Paulo.
Maurício Negro
1.agosto.2006

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