Contra feitiço, feitiço e meio 
 Eloí Elisabet Bocheco



Eloí Elisabet Bocheco
Contra feitiço, feitiço e meio

il. Mari Ines Piekas
Paulinas, 2006


A bruxinha Elisa está de volta ;-) para ajudar a aranha Tita a organizar uma exposição de tapetes tecidos com finos fios prateados sobre a árvore mais frondosa da mata. Tanta belezura é motivo de alegria para gentes e bichos, menos para Alcina, ai que sina!

Por três vezes, a desaforada tenta sabotar
a exposição nesta história em ritmo de lengalenga.
Por três vezes, Elisa recorre ao baú de estimação,
herança de sua tatataravó, e com seus guardados mágicos,
devolve com graça a graça desperdiçada por artes
de Alcina, ai que sina!

Elias José, na apresentação do livro,
confessa que o feitiço literário de Eloí é imediato.
"Depois, vai desenrolando a ação de forma gostosa,
alegre, dinâmica e em ritmo poético, agradável aos ouvidos,
qual um poema." A bruxinha Elisa não é descrita
no texto pela autora, mas é a sua simpatia que fica na
"memória afetiva" do leitor, da primeira à segunda aventura.
E é interessante notar que a bruxa-menina, por artes
da ilustradora Mari Ines Piekas, espichou centímetros, cresceu alguns pares de anos de um para outro livro.

Comentários de
Peter O'Sagae
Dobras da Leitura
 O pacote que 
 tava no pote  Contra feitiço, 
 feitiço e meio  A chave que 
 o vaga-lume alumiou  Gaitinha tocou, 
 bicharada dançou

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