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Rumo à cozinha Esta aula requer um certo 'RITUAL' para que possam ser desenvolvidas as seguintes habilidades/objetivos: interessar-se pela leitura do livro; caracterizar personagens e ação de personagens; acompanhar e ouvir com atenção o texto lido pela professora; relacionar sua vivência com o conteúdo do livro; |
No primeiro momento, a professora deve levar as crianças até a cozinha, dizendo a elas que estão indo naquele lugar para descobrir várias possíveis de construir com objetos que temos normalmente em casa. Na cozinha, distribuir vários utensílios domésticos sobre a mesa e pedir às crianças que montem o que quiserem com aquelas coisas. È importante aqui o professor deixar as crianças livres para suas criações, pedindo apenas para que observem como podemos variar de construção, utilizando os mesmos recursos materiais. Depois que as crianças fizerem suas montagens, a professora apresenta o livro Maneco Caneco Chapéu de Funil - não se esquecendo de dizer o nome do autor -, dizendo que agora irão descobrir outra maneira de utilizar aqueles utensílios da cozinha. A professora lê a história, chamando a atenção para a maneira como o personagem foi construído, mostrando às crianças as ilustrações contidas no livro. Lembre-se: as crianças desta faixa etária (5 anos) possuem a necessidade de envolver-se com o concreto das situações. Após uma conversa sobre as diferentes montagens com os mesmo utensílios de cozinha, a professora pode desafiar a imaginação das crianças, solicitando a elas que construam um boneco, até mesmo dar-lhe um nome. Com esta construção, os alunos podem relacionar essa vivência particular e o personagem descrito pela história. |
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Fazendo uma casa... de panela! |
Depois da leitura de Maneco Caneco Chapéu de Funil, a professora
fará uma preparação para se ler a segunda história de Luís Camargo:
Panela de Arroz. Professora e crianças formam uma roda. No centro, uma panela "normal" e junto vários recortes de janelas e portas. Neste momento, pergunta-se às crianças:
Feito este combinado, perguntar às crianças sobre o que se pode fazer com aqueles recortes de portas e janelas. Aqui a professora deve favorecer a discussão para que os próprios alunos concluam que os recortes podem ser colados na panela. Se as crianças não sugerirem, a professora sugere, deixando livre para as crianças concordarem ou não com essa atividade.
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Entrando na casa objetivos: observar e ler imagem, descrevendo a cena da capa; identificar os principais elementos da história na ilustração da capa; elaborar hipóteses sobre o curso da narrativa através da leitura de capa; refletir sobre a importância dos indicadores de suporte, localizando e atribuindo graus de importância ao título, autor e editora; |
Mostrar a capa do livro, fazendo as seguintes perguntas:
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Ler é um jogo
objetivos:
interpretar texto verbal com apoio nas imagens; elaborar hipóteses sobre os acontecimentos que poderão acontecer no decorrer da história; recuperar a memória de outros textos conhecidos; |
Permanecendo na roda, ler a história, mostrando as ilustrações.
Com esta leitura as crianças interagem com o livro e percebem o ar de
brincadeira que está na história.
No momento em que Maneco Caneco não consegue abrir a primeira porta, a professora pode aproximar cada vez mais o livro dos olhos das crianças para valorizar a ilustração, que vai aumentando seu foco a cada tentativa do personagem. Quando chegar o momento da parlenda "UM, DOIS...", deixar que as crianças a completem e, diante das adivinhas, dar um tempo (breve) para que as crianças tentem adivinhar qual é a resposta. No final dessa leitura compartilhada, perguntar às crianças (apontando para os números 1 2 que há na porta da panela, na última ilustração), o que elas acham que Maneco Caneco saiu cantando? Se elas cantarem juntos "um, dois, feijão com arroz", prosseguir a parlenda, caminhando pela sala e sentando em seus lugares. | |||
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Que som é esse? objetivos: descrever e caracterizar a ação de personagens; ler seqüência de imagens, dotando-as de sentido narrativo; desenvolver recursos de sua expressão oral; reconhecer os recursos gráficos comuns à HQ; resgatar o valor expressivo de onomatopéias |
Em outra aula,
a professora reúne os alunos e diz a eles que irão recontar a história Panela de Arroz, com apoio nos desenhos. A professora vai mostrando as ilustrações e perguntando aos alunos o que acontece em cada cena, de maneira que eles relatem a história através destas imagens. Nesta atividade, a professora deve ficar atenta e apontar as onomatopéias, fazendo perguntas do tipo:
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