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| Emoção/Cognição | Psicopedagogia |


A literatura instiga sentidos, auxilia o desenvol-vimento emocional e cognitivo: é o universo lúdico rompendo os obstáculos da aprendizagem.

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A ilustração oferece uma orientação ao leitor na concretização do livro,
através da interação com o texto. Pé de pilão, narrativa poética de Quintana, recebeu três diferentes versões
ilustradas, oferecendo distintas representações imagéticas ao leitor...

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| A biblioteca de nossas leituras | |



Aqueles que podem perceber a simultaneidade de obras de diferentes tempos são os leitores, que constrõem
a sua biblioteca... A partir de diferentes lugares e épocas, a leitura possibilita
a plurali-dade das experiências e a releitura de obras anteriores...

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| Leituras a partir da Sala de Aula | Provocação |


Chateia-me ainda ouvir algumas pessoas falarem algo do tipo: dá um texto para estimular os alunos. Por acaso texto é comprimido?

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| Eliane Debus | Estética & Recepção |


Onde se cruzam caminhos do Sítio do Picapau Amarelo em livro e a
filtragem adaptada para a televisão: já não basta mais ver, é preciso ler!

A recepção da produção literária da escritora catarinense Maria de
Lourdes Krieger é marcada por uma relação sui generis com o
leitor: a troca de cartas, o que possibilita trazer à tona a voz do
leitor sobre a literatura infantil e juvenil, revelando-nos suas
expectativas quanto à experiência estética, tanto intelectual quanto
afetivamente.


Como pensar a leitura literária para crianças de 0 a 6 anos
de idade? É possível falarmos em leitura, literatura e leitores nesse contexto?

O contato epistolar de Monteiro Lobato com seus leitores talvez seja
o mais profícuo e original encaminhamento de recepção mirim de
literatura de que se tem notícia. Acreditamos que essa atuação
dos leitores contribuiu o desenvolvimento da
sua literatura, pois o Autor considerava um prêmio as cartas que recebia
diariamente de seus leitores.
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| Escrevendo Diferenças | Culturalismo |



O livro Ana e a margem do rio, de Godofredo de Oliveira Neto,
narra movimentos de ir e vir em plena floresta amazônica:
a história de uma jovem nauá dividida entre o mundo oral, herdado de sua tribo, e uma nova educação,
imposta pela escola religiosa.

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| Comparar é preciso | Lewis Carroll |



Qual criança não ficaria absolutamente envolvida com todos aqueles bichos nadando na poça de lágrimas que Alice chorou? Mas, existem versões
absolutamente superficiais que pretendem dar conta da história em menos de meia dúzia de folhas...

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Luciane Hagemeyer |
Razão & Imaginação |




Revestida de alegorias, a fantasia pode torna-se uma forma de desenvolver a atitude filosófica
e a percepção, revigorando o olhar estético. Apesar de a obra de Norton Juster ter sido escrita
bem antes da eclosão dos espaços virtuais, as idéias do autor permanecem relevantes para a reflexão
sobre o contexto social e educacional com as quais a criança está aprendendo a interagir.


A obra de Georgina Martins é conduzida com leveza, revelando ser possível exercitar um olhar
mais aberto para o reconhecimento das inúmeras e possíveis maneiras de desenvolvimento de
posturas frente ao mundo, dando oportunidade a um exercício dos mais significativos aos leitores.

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| À Leitura da Ecfrase | Literatura e Pintura |



Luís Camargo destrinça um poema de Oswald de Andrade, inspirado e referendado pelas telas e a vida de Tarsila do Amaral.
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| Como vai o leitor juvenil? | Reflexão |


A literatura para jovens necessita enfoques em termos de criatividade e criticidade
na construção de pensamentos e sentimentos de base estética, sem limites
ou pré-conceitos. Imaginamos uma criança ou jovem que seja incentivado a
agir criativamente, incrementando seu imaginário no universo da Arte.
Buscamos uma nova maneira de articular a mente para que se construa um
novo processo educacional.

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| Experiências da Leitura | Reconfigurações |


Aparentemente ingênua, a literatura infantil é uma manifestação que se ordena em
múltiplas relações com outros sistemas intersemióticos e com a exterioridade socioeconômica e
cultural. Discute-se neste trabalho a adoção de alguns princípios cujo grau de abrangência permita
interelacionar conhecimentos, formas de representação e busca de instrumentalpara investigar a
natureza e função dessa nova maneira de conceber a obra literária...

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Vozes ecoam na memória, em falas desencontradas sobre a importância da poesia, da quase
inexistência dela na escola, nas dificuldades docentes no trabalho com os textos
poéticos. E, no entanto, a infância é o período em que o pensamento mais divaga,
em liberdade, em imagens e ritmos!
Como entender esse aparente paradoxo?

Leia uma crônica do livro Mapa do mundo »»
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Tanto 'ficção' quanto 'religião' são palavras claras,
mas, a um só tempo, igualmente evasivas: o significado de ficção ilumina-se quando expomos o de não-ficção,
assim como fica claro para as pessoas o real significado de religião
quando apresentamos as diferenças entre seita e fé. Em outras palavras,
ambos os termos — ficção e religião — requerem o que não são para serem definidos.

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Gana / Alemanha | Read more »»
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| À imagem da fortuna crítica | Rodas de Leitura |


Os leitores de Clarice Lispector vêm tendo sua “alma formada” pelos textos da autora, mas também por juízos críticos sobre sua obra...

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| Práticas leitoras | Pedagogia |


Como romper com as barreiras do ensino tradicional no tratamento da literatura em sala de aula e encontrar o próprio modo de ensinar?

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| Paula Mastroberti | Provocações |



Uma menina de seus quinze anos queria saber
se eu acreditava na possibilidade de salvação através da arte...
Apesar de tantas necessidades reais dos moradores das vilas
periféricas de Porto Alegre, ousei responder, sim, acredito.

Nas livrarias e bibliotecas, adultos, jovens e crianças deveriam misturar-se mais, trocando idéias,
orientando ou sugerindo leituras entre si. Para além da capa e do mero consumo ou indicação
pedagógica, o livro deveria oferecer-se...

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| Rascunho de Idéias | Peter O'Sagae |


Talvez ainda não soubéssemos definir o que é literatura para crianças e jovens,
mas podíamos começar a escapar de determinados vínculos e hábitos de considerar
qualquer livro infantil como um portador de texto literário. Um caminho a ser tentado:
não pelas definições do objeto ou das funções da literatura infantil,
mas pela busca de algumas características literárias, da narrativa à poesia,
e pelo efeito provocado sobre nossos afetos e imaginação.


Há também, na literatura, imagens verbais que nos chegam encapsuladas por uma metáfora
ou expandidas por uma descrição. Buscamos efeitos singulares quanto à projeção de imagens
e sua relação determinados os argumentos, em contextos lingüísticos.


Todo comentário sobre um texto literário resulta em uma meta-produção — que, de alguma maneira, ensina-nos a ler o objeto apreciado.


Que objetivos prescrever em uma atividade de leitura, sem esquecer dos
aspectos afetivos, nem do imaginário compartilhado entre texto e
leitor?


Vamos pensar a leitura de capa como missão de espionagem, onde o leitor/espião busca intuir relações de coerência do texto que virá.

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| Gênero e Infância | Estudos Culturais |


É preciso registrar como a literatura infantil contemporânea
traça evidentes intenções de subversão de estereótipos, pois
aprender a ser menina ou a ser menino é um programa “educativo”
que se delineia como uma aquisição precoce.

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| De volta ao passado... | Investigação |



A literatura infantil das primeiras décadas do Século XX
revela uma imagem estereotipada da criança, virtuosa e bem comportada,
ora lendo um livro, ora em conversas educativas com seus pais ou
professores: um ideal de cidadão a construir.

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| Viva Emília | Leitura-Aventura |


Quixote entrou na cabeça das crianças brasileiras quando a boneca, fuçando a biblioteca de Dona Benta, se deparou com o romance de Cervantes...

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| Susana Irion Dalcol | Sociologia da Leitura |



A leitura é atualmente foco de interesse dos estudos literários, o que implica em conferir importância aos suportes materiais dos textos, responsáveis por sua veiculação.

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Susana Irion Dalcol investiga também as escolhas de textos e autores nas antologias de contos
para a coleção Literatura em minha casa — PNBE 2002. Em 3 partes:

1 »
2 »
3 »
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| Tânia Piacentini | Outros Alinhavos |


Qualquer um de nós se sentiria orgulhoso, se fosse lembrado como o adulto que possibilitou a um leitor
o encontro com o mundo literário.

Seu Júlio sempre escolheu as leituras movido por insaciável curiosidade: sua formação como leitor e colecionador, ao longo de 77 anos, mostra...


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| Pronunciar o Nome | Palavra&Imagem |


Sabendo da importância do trabalho do ilustrador,
por que os órgãos de cultura não dão valor aos criadores de imagens de nosso patrimônio visual?

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| Lobato Sempre | Investigação |


Nem São Jorge escapou do rebuliço com a linguagem que
promove a boneca Emília. Ora, Narizinho bem tinha advertido o santo...

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Desconheço liberdade maior e mais duradoura do que esta do leitor
ceder-se à escrita do outro.

LER Bartolomeu C. Queirós
in: Leia Brasil, 1999


... é possível estabelecer um critério: um bom livro é aquele que emociona você, isto é, aquele que produz sentimentos vitais, que gera perturbações, que comove, abala ou impressiona. Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de algum maneira, afeta você e o impede que passe adiante incólume.

LER Mario Sergio Cortella
in: Folha de S.Paulo - Equilíbrio, 26 set. 2002
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Sempre achei que esse discurso do prazer da leitura é um equívoco. Se for verdade que a escola, por exemplo, deve produzir leitores (eu acho que deve), não o fará baseada na tese do prazer – livros coloridos, salas especiais...

LER Sírio Possenti
in: Littera, 19 abr. 2004


Terminada a leitura, não me atrevi a dizer nada.
É preciso que haja silêncio. A música só existe sobre um fundo de silêncio...

LER Rubem Alves
in: Folha de S.Paulo - Sinapse, 30 mar. 2004
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