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CUNHA, Maria Zilda. Matrizes de linguagem e pensamento na literatura infantil e juvenil: a tessitura dos signos em obras de Angela Lago e Octaviano Correia. São Paulo, 2002. Tese (Doutorado em Letras: Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa) USP, 2002. |
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| Resumo
Esse trabalho tem por meta a apreensão do jogo de interpretantes que se faz presente na Literatura Infantil Contemporânea, buscando salientar aspectos relevantes do engendramento dessa Literatura enquanto objeto de conhecimento e arte, em obras que assumem características de estrutura hipertextual e, por conseguinte, exigem novos patamares de leitura. Nosso corpus de análise compõe-se de obras de Angela Lago e do escritor africano Otaviano Correia. Adotamos a semiótica de Charles Peirce como arcabouço teórico. A pesquisa divide-se em três capítulos, o primeiro discute as relações entre a escola e o conhecimento estético, o segundo faz uma pequena incursão pelo pensamento peirceano e o terceiro apresenta as análises realizadas, destacando aspectos de esteticidade da Literatura Infantil e Juvenil. |
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| Palavras-chave
* ver acima |
Orientador
Lúcia Pimentel Góes Membros da Banca xxx xxx xxx xxx |
| Financiamento — | |
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Comentários adicionais Em Matrizes da linguagem e pensamento na literatura infantil e juvenil, Maria Zilda da Cunha (USP, 2002) busca apreender o contínuo jogo de interpretantes que se origina nos livros e da relação palavra&imagem, caracterizando a literatura como objeto de conhecimento e arte. Sua investigação mergulha no universo criado pela escritora e ilustradora Angela Lago, retramando volteios inter e hiper-textuais, o que nos exige novos patamares de leitura. Ocupa-se, enfim, da representação estética nos livros e nos ambientes em rede projetados pela autora — ou seja, criações sobre o papel e a tela do computador conectado à Internet. São textos intersemióticos, no dizer de Célia Gaia, que defendeu a dissertação O tempo aprisionado nas interfaces da poesia e da imagem (USP, 2002) depurando relações da imagem verbal e visual no esteio do poético e da literatura para crianças e jovens. Sua ênfase recobre os processos de re-invenção e re-imaginação, em consonância com o rompimento dos estereótipos moldados, no querer didático, por um caráter explícito e banal de referencialidade. In: SAGAE, Peter O'. Palavra&Imagem: estudos com paisagem ao fundo (2006) — Dobras da Leitura 30. | |