SILVA, Salma Divina da.
Eros no imaginário de Marina Colasanti. Goiás, 1999. Dissertação (Mestrado em Letras) UFG, 1999.
Resumo
O amor, em todas as épocas e culturas, representa uma força primordial criadora. De acordo com a teoria do imaginário, de Gilbert Durand, todo o conjunto de representações simbólicas da imaginação humana é uma reação ao destino mortal. Os mitos são reinventados constantemente e suas repetições operam transformações que são evidenciadas em um autor ou em uma obra. Com base na teoria do imaginário sob uma perspectiva antropológica, o presente estudo pretende abordar o mito de Eros, atualizado nos contos de Marina Colasanti de acordo com a mitocrítica, ou seja, o método de crítica desenvolvido por Durand, que aborda os mitemas presentes na obra, articulando-os e relacionando-os com outros mitos de uma época e um espaço determinados. Assim, verifica-se, na obra de Marina Colasanti, dois tipos de Eros: o Eros egoísta, que se volta sobre si mesmo, e o Eros egoísta, que se volta sobre si mesmo, e o Eros compartilhado, que busca a conjunção amorosa com o objeto de amor. Essas duas manifestações do mito se encontram relacionadas com o regime noturno da imagem.
Palavras-chave
imaginário
literatura infanto-juvenil
mito
Orientador
Maria Zaira Turchi

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