O Balainho




LIRA VIII

Um dia que o gado
No prado guardava
Amor me aparece
Com arco e aljava.

No tronco mais verde
Que no prado houvesse,
Amor me mandou
Seu nome escrevesse

Contente parti
Um tronco buscar
Para nele as ordens
Pronto executar.

No tronco de um freixo
Que viçoso vi
Quis gravar Amor,
Marília escrevi.

Tanto que amor vê
O engano feliz
O nome beijando
Alegre me diz:

Não temas, Dirceu,
Nem mudes de cor.
Nesse doce nome
Escreveste Amor.

Tomás Antonio Gonzaga      
Balaio Mágico
    Boi-de-Mamão
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O estranho caso da caverna
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O mundo que eu vejo
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il. LUiz Jahnel
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O segredo da montanha
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Franco

Rapsódia de espantos
Silvério da Costa
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Tempo mágico,
tempo de namoros

Ana Cláudia Ramos
il. Elvira Vigna
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