Web-Giro Ilustrado com

Detalhe da ilustração para
de Laurie Krebs (Edições SM, 2007)
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Sérgio Capparelli, Regina Zilberman e Maria da Glória Bordini
editam as cores e a força de uma nova revista de poesia infantil:
estréia no dia 15 de novembro.


Montserrat del Amo é a grande vencedora do , eleita entre
16 candidaturas. Barlomeu Campos de Queirós ficou entre os finalistas.


A cerimônia de entrega do Prêmio Jabuti 2007, em São Paulo:
algumas fotos da noite de 31 de outubro.


Hermes Bernardi Jr. conquista o Prêmio O Sul, Nacional e os Livros, na categoria Projeto de Leitura do Ano, pelo conjunto de atividades à frente do Terça eu conto pra você!


Atualização constante!
 Agenda de eventos, sessões de autógrafos, debates, palestras, os livros que vamos ler.

Bartolomeu Campos de Queirós,
Eloí Elisabet Bocheco, Juarez Machado, Ricardo Azevedo
encontram-se em

Fiquei muito contente de encontrar vocês. O site é muito interessante!
Agradeço a vocês pelas dicas sobre literatura infantil brasileira,
sobretudo porque é o meu primeiro contato com ela. Obrigada

Maria Vallejos
Rosario/Argentina, 12.out.2007

Oi, Peter, tudo bem? Acabei de receber o boletim de Dobras da Leitura, interessada como sempre. Então, a surpresa:
, comentado na Vitrine Literária.
Muitos pontos a mais no currículo do livro: primeiro por ter sido comentado por você, segundo por estar
nas Dobras da Leitura, caminho certo para os que trabalham com LIJ. Muito obrigada e um beijo grande,

Eliana Martins
São Paulo SP, 17.out.2007
Transmitam a Tânia Piacentini
todo o meu contentamento com os registros de leitura que ela escreveu: é
absolutamente envolvente.
Abraços a vocês também do Dobras.

Rosel Soares
São Paulo SP, 27.out.2007

Dobras da Leitura convida os leitores, interessados em publicar seus textos no site,
a enviarem seus trabalhos para o planejamento do cronograma do próximo ano.
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Dobras da Leitura
Ano VIII - N.º 50
| São Paulo - SP
novembro/2007
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Tanto a ficção quanto a religião são formas precisas
e enganosas a um só tempo, e ambas produzem um sentimento de devoção que as mantêm como representações universais. O significado de ficção é definido quando comparamos com o que é proposto como não-ficção, da mesma forma o que a religião verdadeiramente significa para as pessoas também se torna claro quando as oposições entre seita e fé são expostas. Em outras palavras, ficção e religião só podem ser definidas em si mesmas quando se está adiante daquilo que não são.
 Leia mais »»
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Gana / Alemanha | Read more »»
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Ciclo de leituras e resenhas promovido pela Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil.
Leo Cunha lê
, de Manuel Filho
 que lê
, de Rogério Andrade Barbosa
 que lê
, de Leo Cunha
Sempre 3 livros comentados por 3 diferentes autores!
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O livro lido nos anos finais da década de 60
reencontra as mãos de uma leitora incessante:
Tânia Piacentini que faz sua Maratona de Leitura peloas
cidades de Santa Catarina, visita os sebos de Joinville
e resgata Os cavalinhos de Platiplanto,
de José J. Veiga. "Fico feliz com a possibilidade
de poder voltar ao meu livro quando eu quiser, agora."
 Tânia Piacentini alinhava »»

« O trabalho que se desenrola pelas 296 páginas deste livro
mostra aos leitores um caminho instigante, original e absolu-tamente necessário para se trabalhar com a literatura infantil. Um caminho que, na realidade,
se bifurca numa encruzilhada dialética: o dentro e o fora dos livros de que se ocupa. »

Ler a apresentação de Marisa Lajolo para o livro



« Autores de livros infantis podem bloquear
a experiência do cruzamento intercultural para
dar voz a diferentes realidades sociais. »

Exclusões e Inclusões: o multiculturalismo
nos picturebooks taiwaneses e australianos

Essa afirmação, que pode soar estranha, está na
primeira matéria da Bookbird n. 3 deste ano. O texto é
uma análise comparativa de Clare Bradford e Hui-Ling
Huang sobre como o multiculturalismo é abordado nos
picturebooks contemporâneos desses países.
De acordo com as autoras, esses livros infantis respondem
a ideologias e valores promovidos por instituições políticas e educacionais.
Um dos motivos é os textos serem quase sempre mediados e recebidos por escolas
e bibliotecas, e incorporados no processo de ensino e leitura. Qualquer semelhança
não é mera coincidência: ambos os países possuem similaridades com o Brasil,
no quesito “pluralidade cultural”, vivenciam influências de diversos povos
e são ainda muito marcados pela cultura de seus colonizadores.
Entre 1970 e 1980, a abordagem multicultural australiana foi conduzida
por uma série de paradigmas conservadores em que os olhares de outras culturas,
além da anglo-céltica eram, justamente, filtrados por perspectivas... anglo-célticas!
Nesse contexto, o multiculturalismo seria válido apenas quando contribuísse
ao bem-estar da cultura dominante. Em Taiwan, durante o regime do Nacionalismo Chinês,
entre 1949 e 1989, a maioria dos livros infantis refletia as prioridades da
política comunista chinesa e celebrava a diversidade cultural taiwanesa,
através de contos e mitos folclóricos, lançando o foco apenas sobre o passado,
sem nunca retratar a vida contemporânea...

Como Auerbach nos diz em , há um século os espanhóis poderiam ser considerados exóticos. Hoje, mesmo as aldeias chinesas não o são. As perspectivas plurais trazidas pela era da informação não deveriam permitir que trabalhássemos a pluralidade cultural de maneira segmentada e ainda com o falso protecionismo da cultura dominante. Dar voz a diferentes realidades sociais sem realmente trabalhar o cruzamento entre as culturas é incondizente com a realidade em que vivemos hoje, globalizada e intercultural.
Voltemos agora à frase inicial: « Autores de livros infantis podem bloquear a experiência do cruzamento intercultural para dar voz a diferentes realidades sociais. »

– Renata Nakano, especial para Dobras da Leitura.
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uma publicação eletrônica dedicada à literatura infantil e juvenil com as novidades do mercado editorial e a reflexão sobre as tendências da literatura e do livro para crianças e jovens, a formação de leitores e o incentivo à prática da leitura literária.

outros desdobramentos
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São Paulo Ano VIII | 
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